A vida e a luta de Amauri Soares

Amauri Soares nasceu em Imbuia (Alto Vale do Itajaí) em 13 de setembro de 1966, na casa dos pais, o senhor Santos Frederico e dona Ernestina Bezerra Soares. Tem outros sete irmãos, com os quais trabalhou na agricultura na condição de meeiro até aos 19 anos, quando ingressou na Polícia Militar. Soares é casado com Edileuza Garcia Fortuna, auxiliar de enfermagem e militante social. Tem uma filha, Tamires Rosário Soares, de 16 anos, que estuda no Instituo Estadual de Educação, na Capital.
Carreira
Em 1986, Amauri Soares fez o Curso de Soldados em Lages e trabalhou com essa graduação em Rio do Sul até janeiro de 1987. No verão desse ano, foi deslocado e transferido para Florianópolis durante a Operação Veraneio, onde ficou morando até o ano 2000. Em seguida, o ainda soldado Soares prestou concurso para cabo no 4º Batalhão (Capital) e cumpriu o curso na mesma cidade no decorrer de 1987, trabalhando no trânsito, no Terminal Rita Maria e na antiga Companhia de Choque. Em 1989, foi aprovado em concurso para sargento e realizou o curso no Centro de Ensino da Trindade. Ao término do curso, em julho de 1990, foi trabalhar na Companhia da Guarda, na Penitenciária de Florianópolis, tendo trabalhado no Copom da Capital de abril a dezembro de 2002. Ultimamente trabalha na Colônia Penal Agrícola de Palhoça, lotação da Companhia de Guarda.
UFSC
Durante a década de 1990, o Sargento Soares cursou Ciências Sociais, na área de Sociologia Política, na Universidade Federal da Santa Catarina (UFSC), período em que atuou ativamente no movimento estudantil, tendo sido Coordenador Geral do Diretório Central dos Estudantes (DCE) e participado intensamente de duas outras gestões.
Movimento Popular
A partir de maio de 2000, foi morar no Jardim Zanellato, em São José, onde reside até hoje. Lá, participou da associação de moradores durante dois anos. Durante todo esse tempo, e desde os primeiros anos na universidade, esteve presente em todas as lutas pelos direitos sociais: contra as privatizações, no Fora Collor, nas mobilizações populares por Educação, saúde, pelo direito à terra, ao emprego e salário digno.
Idealizador
Em agosto de 2001, junto com um grupo de algumas dezenas de praças, o Sargento Soares foi o articulador da criação da Associação de Praças do Estado de Santa Catarina (APRASC). Ele exerceu o cargo durante quatro anos e meio. Em março deste ano, licenciou-se do cargo atendendo a legislação eleitoral para disputar uma cadeira na Assembléia Legislativa. Ao longo desses quase cinco anos, a APRASC tem mudado conceitos e procedimentos no interior da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros Militar. Foram inúmeras assembléias, dezenas de manifestações de rua, centenas de reuniões, vários atos contundentes e – o principal – a não subordinação a nenhuma esfera de poder que não a vontade organizada dos praças. Durante esse período sofreu inúmeras punições administrativas e perseguições políticas. No entanto, a solidariedade dos praças e da população foi fundamental para superar esses obstáculos.
Guerreiro
Ninguém poderia imaginar que uma entidade de praças, regidos por regulamentos arbitrários e até inconstitucionais, pudesse superar a lógica secular de fazer apenas aquilo que os comandantes permitiam. Mas a APRASC, desde os primeiros tempos, mostrou que tinha força e capacidade de fazer até o que era considerado impossível. Hoje com mais de oito mil filiados, a APRASC está entre as principais e mais destacadas entidades do movimento popular de Santa Catarina.
E a força dos praças só se tornou possível através de vínculos de solidariedade permanentes com vários outros setores da sociedade. Foi assumindo a condição de classe trabalhadora que os praças alcançaram o direito de ter voz e de reivindicar sem depender da vontade – e da permissão – das esferas de comando.
Carreira
Em 1986, Amauri Soares fez o Curso de Soldados em Lages e trabalhou com essa graduação em Rio do Sul até janeiro de 1987. No verão desse ano, foi deslocado e transferido para Florianópolis durante a Operação Veraneio, onde ficou morando até o ano 2000. Em seguida, o ainda soldado Soares prestou concurso para cabo no 4º Batalhão (Capital) e cumpriu o curso na mesma cidade no decorrer de 1987, trabalhando no trânsito, no Terminal Rita Maria e na antiga Companhia de Choque. Em 1989, foi aprovado em concurso para sargento e realizou o curso no Centro de Ensino da Trindade. Ao término do curso, em julho de 1990, foi trabalhar na Companhia da Guarda, na Penitenciária de Florianópolis, tendo trabalhado no Copom da Capital de abril a dezembro de 2002. Ultimamente trabalha na Colônia Penal Agrícola de Palhoça, lotação da Companhia de Guarda.
UFSC
Durante a década de 1990, o Sargento Soares cursou Ciências Sociais, na área de Sociologia Política, na Universidade Federal da Santa Catarina (UFSC), período em que atuou ativamente no movimento estudantil, tendo sido Coordenador Geral do Diretório Central dos Estudantes (DCE) e participado intensamente de duas outras gestões.
Movimento Popular
A partir de maio de 2000, foi morar no Jardim Zanellato, em São José, onde reside até hoje. Lá, participou da associação de moradores durante dois anos. Durante todo esse tempo, e desde os primeiros anos na universidade, esteve presente em todas as lutas pelos direitos sociais: contra as privatizações, no Fora Collor, nas mobilizações populares por Educação, saúde, pelo direito à terra, ao emprego e salário digno.
Idealizador
Em agosto de 2001, junto com um grupo de algumas dezenas de praças, o Sargento Soares foi o articulador da criação da Associação de Praças do Estado de Santa Catarina (APRASC). Ele exerceu o cargo durante quatro anos e meio. Em março deste ano, licenciou-se do cargo atendendo a legislação eleitoral para disputar uma cadeira na Assembléia Legislativa. Ao longo desses quase cinco anos, a APRASC tem mudado conceitos e procedimentos no interior da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros Militar. Foram inúmeras assembléias, dezenas de manifestações de rua, centenas de reuniões, vários atos contundentes e – o principal – a não subordinação a nenhuma esfera de poder que não a vontade organizada dos praças. Durante esse período sofreu inúmeras punições administrativas e perseguições políticas. No entanto, a solidariedade dos praças e da população foi fundamental para superar esses obstáculos.
Guerreiro
Ninguém poderia imaginar que uma entidade de praças, regidos por regulamentos arbitrários e até inconstitucionais, pudesse superar a lógica secular de fazer apenas aquilo que os comandantes permitiam. Mas a APRASC, desde os primeiros tempos, mostrou que tinha força e capacidade de fazer até o que era considerado impossível. Hoje com mais de oito mil filiados, a APRASC está entre as principais e mais destacadas entidades do movimento popular de Santa Catarina.
E a força dos praças só se tornou possível através de vínculos de solidariedade permanentes com vários outros setores da sociedade. Foi assumindo a condição de classe trabalhadora que os praças alcançaram o direito de ter voz e de reivindicar sem depender da vontade – e da permissão – das esferas de comando.
Cargos na Assembléia Legislativa
- Líder da bancada do PDT
- Vice-presidente da Comissão Segurança Pública
- Membro da Comissão de Agricultura e Política Rural
- Membro da Comissão de Transportes e Desenvolvimento Urbano
- Vice-presidente da Comissão Segurança Pública
- Membro da Comissão de Agricultura e Política Rural
- Membro da Comissão de Transportes e Desenvolvimento Urbano